quarta-feira, 29 de abril de 2009

Multa?! Suspensão?! É só pedir.

O Nosso Rui Costa foi suspenso e multado.
Segundo o artigo em questão (art. 107) os dirigentes que desrespeitarem ou usarem expressões, desenhos, escritos ou GESTOS injuriosos, difamatórios ou grosseiros contra os membros dos órgãos da estrutura desportiva, elementos da equipa de arbitragem, dirigentes, jogadores, demais agentes desportivos ou espectadores, estão sujeitos a pena de suspensão de 1 mês a 1 ano e a multa de 1,000€ a 10,000€.
Onde é que está explícito que estas suspensões e multas se aplicam ao Sport Lisboa e Benfica?
Digam lá, não vale mais dar peitadas nos árbitros e ter comportamentos que não são exemplo para ninguém?
Não vale mais ter um árbitro amigo ou com medo e que omita nos relatórios certos gestos e palavreado que daria direito a multa ou suspensão?
Compensa, claro que compensa.
Alinhando numa ideia de um Benfiquista que ontem colocou um comentário num blog, o qual apoiei, quando os árbitros entrassem em campo no Estádio da Luz ou quando marcassem faltas encomendadas, os Benfiquistas não deveriam gritar em uníssono palhaço, mas sim CORRUPTO. O mesmo se aplicaria sempre que o clube do cavalo marinho se deslocasse à Catedral e estivesse na posse da bola.
Outra situação que poderia ser vista, era a comparência às flash's apenas para cumprimentar os Benfiquistas, de seguida voltavam costas ao senhor das perguntas e seguiam o seu caminho. Porquê? Assim não pagariam multa, pois marcavam presença e porque as flash's servem para comentar o jogo e não para fazer perguntas estúpidas tais como a eventual saída/continuidade do treinador, se existem propostas para o jogador sair do Benfica ou o porquê de não ter sido utilizado mais tempo.
As conferências de imprensa serviriam só para abordagem ao jogo em questão. Três a quatro perguntas e estava feito.
Assim, estaríamos a dar ao futebol o tratamento que ele neste momento merece e seria uma forma de protesto às restantes envolvências e artimanhas.
Se a liga, fpf e outros organismos não fazem nada de nada para modificar as acções que se praticam no nosso futebol, penso que Nós poderíamos modificar algumas coisas.
Por exemplo: Querem ver mais clubes aflitos financeiramente (que por sinal até têm ligação quase directa aos azules) e a liga a deitar as mãos à cabeça? Então não alimentemos as receitas dos outros clubes.
Querem fazer crescer o número de assistências na Catedral e consequentemente aumentar as receitas do Benfica em termos de bilheteira e merchandising? Compareçam aos jogos no Estádio da Luz, sempre que possam.
O presidente da liga bem diz que o número de assistências não diminuiu, pois não, Nós vamos a todos os campos em grande número. É certo que assim se vê a Nossa Grandeza e o Amor ao Clube, mas uma época de protesto não nos faria mal.
Voltando à questão das multas e suspensões, deixo-vos 2 escutas entre pinto da costa e valentim loureiro acerca de pedidos de penalizações e despenalizações. É só pedir. É à vontade do freguês. Basta uma chamada telefónica. Mas ainda há duvidas de compadrio? Veja-se esta situação com o Rui Costa (!!).
PS: O mais giro do artigo 107 é o de estar mencionado que os desenhos podem levar a uma punição. Abaixo segue o meu desenho para os senhores da liga e desde já peço desculpa aos mais sensíveis.

Data: 02/02/2004
Hora: 10h49
PC- Estou!
VL- Estou?
PC- ... Ó major, estou-lhe a falar pelo seguinte...
VL- Diga!
PC- ... o liedson...
VL- Sim?
PC- ... logo no princípio do jogo... a televisão mostra... dá uma cotovelada no... no jorge costa....
VL- Hum...
PC- ... portanto...
VL- Vê-se?
PC- Ó pá,...
VL- ...(imperceptível)...
PC- ... era preciso que os gajos fizessem... fizessem o Sumaríssimo!
VL- Está bem! Vou ver!
PC- Não é? Não é preciso a gente estar-se a queixar, não é?
VL- Vou ver, vou ver!
PC- O senhor vê isso, a sério?
VL- Vou falar! Vou falar!
PC- Está! OK!
VL- Enfim! Isso... é preciso algum folclore nesta merda!
PC- É... mas, ó major, mas veja lá isso...
VL- Está bem!
PC- ... do... do coiso, então!
VL- Eu vou falar ao homem!
PC- Está! Um abraço!
VL- Está! Um abraço! Até logo
.........
Data: 03/02/2004
Hora: 13h02
VL- Estou!
PC- Estou?
VL- Sim!
PC- Sr. presidente! Como é que está?
VL- Ilustre amigo! Cá estamos...
PC- Eu estou um bocado... fodido com o meu amigo!
VL- Comigo?
PC- Então! Eu falo-lhe no liedson... o liedson não apanha nada, põe um processo disciplinar ao mourinho!
VL- Isso ainda não está decidido ou está?!
PC- Está! Então...! O processo disciplinar...
VL- Então eu cheguei agora... eu cheguei agora à Liga, pá!!
PC- ... processo disciplinar ao mourinho, não sabe porquê?
VL- Espera aí! Ó pá, eu cheguei agora à Liga, estou aqui... e estou exactamente agora para ir lá baixo! Não me diga que isso já está decidido??!!
PC- Então! Processo disciplinar ao mourinho!
VL- Mas como é que você sabe, pá?!
PC- Oh...oh...
VL- Já foi algum comunicado, não?
PC- Eu estou-lhe a dizer! Um processo disciplinar ao Mourinho!
VL- Ó pá, desconheço isso, em absoluto! Cheguei agora...
PC- E ao... liedson, nada!
(...)

7 comentários:

Maestro disse...

Isto está uma vergonha amigo lutador, e penso que isso não chegaria. Em vez disso o publico invadia o relvado e dava uma carga de porrada nos apitadores... assim eles aprendiam mas receio que os castigos fossem grandes tb... mas era o que apetecia.

Abraço Benfiquista

slbaddicted disse...

Caro amigo (um benfiquista é e será sempre um amigo).
Na minha humilde opinião, quem marcasse presença nos flash, devia limitar-se a comentar o jogo.
Do género:
-Então diz-se que recebeu um convite para treinar o Sevilha na próxima é poca...o que tem a dizer sobre isso?
-O Cardoso marcou um grande golo. O Aimar trabalhou muito no meio campo...
...coisas do género. Tudo menos respostas ao que lhe perguntassem, desse modo eles cansavam-se e sentiam-se gozados...e não seriamos castigados pelos paus-mandados da Liga...

Saudações

Carlos Machado Acabado disse...

Realmente, só há uma palavra para isto: obscenidade!
É obsceno que "coisas" desta resultem... na punição do Gondomar ou na suspensão por não-sei-quantos-míseros-meses do principal responsável desta pouca-vergonha toda aqui relembrada!
E ainda fala o "Esticadinho" ou "Fio de azeite" do Calabote!
Ainda tem o desplante de vir com essa!
Não diz ou não sabe essa espécie de papagaio vaidoso que, no... "ano do Calabote" o Benfica teve um jogo com o Belenenses repetido NA PRÓPRIA SEMANA DO JOGO com o Toreense que "eles" usam (despudoradamente!) como "argumento" para tentarem disfarçar a pouca-vergonha que foram os mais recentes anos de sucessos a... Norte!
É preciso lata!...

Joao disse...

eu não sei o que o RUI fez ou disse, mas acho que é aquando dos jogos que ganhamos e somos roubados que os responsáveis do BENFICA devem gritar toda a nossa indignação!

BENFICA SEMPREEE!!!

águia_livre disse...

É revoltante sem qualquer duvida

Mas um dia isto vai mudar. Tem que mudar.

Saudações Gloriosas

Anónimo disse...

Esquecem se que no mesmo dia do jogo Benfica-CUF do Calabote o FCP ganhou o campeonato em Torres Vedras com 2 jogadores do Torriense expulsos e 2 golos nos últimos 2 minutos....

Anónimo disse...

PARA ACABAR DE VEZ COM A VAIDADE DESSE BARDAMERDAS DO SOUSA TAVARES ESPALHEM AOS QUATRO VENTOS ESTA VERGONHA QUE ELE ESCONDE:


«(...)Sir Buphinder Sing, O Magnífico, sétimo marajá de Patiala, não era o mais rico, mas era seguramente o mais imponente dos príncipes indianos, com o seu metro e noventa de altura e os seus cento e quarenta quilos de peso. Todos os dias, despachava vinte quilos de comida, incluindo três frangos com o chá das cinco, e três mulheres do seu harém, depois do jantar. Para satisfazer as suas duas principais paixões – o pólo e as mulheres – o seu palácio abrigava quinhentos puro-sangues ingleses e trezentas e cinquenta concubinas, servidas por um exército de perfumadores e esteticistas, destinado a mantê-las sempre apetecíveis para o apetite voraz de Sir Buphinder. Tinha também o seu corpo privado (sic) de especialistas em afrodisíacos, de modo a mantê-lo capaz de dar conta de tão ingente tarefa. Com o avançar dos anos, tudo foi sendo experimentado na dieta alimentar do marajá, para melhor estimular o seu apetite sexual: concentrados de ouro, prata e especiarias, miolos de macaco decapitado em vida e até rádio. Finalmente, Sua Exaltada Excelência haveria de morrer, prostrado à mais incurável das doenças: o tédio» (...).

Miguel Sousa Tavares, «Equador», págs. 245 e 246, 1ª Edição, 2003

«(…) The acknowledged master of his generation in both fields was the Sikh Sir Bhupinder Singh, the Magnificent, the seventh Maharaja of Patiala (...). With his six-foot-four-inch frame, his 300 pounds (…). His appetite was such that he could consume twenty pounds of food in the course of a strenuous day or a couple of chickens as a tea-time snack. (…) To sustain those efforts, his stables harboured 500 of the world’s finest polo ponies. (…) As he came to maturity his devotion to his harem eventually surpassed even his passions for polo and hunting. (…) By the time the institution reached its fullest fruition, it contained 350 ladies. (…) Sir Buphinder opened his harem doors to a parade of perfumers, jewelers, hairdressers, beauticians and dressmakers. (…) Further to stimulate his princely ardours, he converted one wing of the harem into a laboratory whose test tubes and vials produced an exotic blend of scents, cosmetics, lotions and philters. (…) Recourse to aphrodisiacs was inevitable. His Indian doctors worked up a number of savoury concoctions based on gold, pearls, spices, silver, herbs and iron. For a while, their most efficacious potion was based on a mixture of shredded carrots and the crushed brains of a sparrow. When its benefits began to wane, Sir Bhupinder called in a group of French technicians whom he naturally assumed would enjoy special expertise in the matter. Alas, even the effects of their treatment based on radium proved ephemeral (…). His was a malady that plagued not a few of his surfeited fellow rulers. It was boredom. He died of it» (…).

Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», págs. 175 e 176. 2ª Edição, 2002


«Quanto ao marajá de Gwalior, esse, imaginou a mais curta e mais extraordinária das linhas férreas de toda a Índia: era um comboio miniatura, também com os carris em prata maciça, que tinha origem na copa do palácio e penetrava na sala de jantar, através da parede. Aí, sentado em frente a um comando cheio de botões, o próprio anfitrião fazia o comboio correr ao longo da extensa mesa, apitando e acendendo luzes e fazendo-o parar diante de cada convidado para que este se servisse do vagão-whisky, do vagão-Porto, do vagão-Madeira ou do vagão-tabaco».

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 247, 1ª Edição, 2003



«The passion of the Maharaja of Gwalior (...) was electric trains. (…) It was laid out over 250 feet of solid silver rails set on a mammoth iron table at the centre of the palace banquet hall. (…) By manipulating his control panel, the prince could pass the vegetables, send the potatoes shuttling through the banquet hall, or order an express to the kitchens for a second helping for a hungry guest».

Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 171. 2ª Edição, 2002


«(...)Também o marajá de Mysore vivia obcecado com as suas capacidades erectivas: a lenda prescrevia que o segredo do seu poder e prestígio entre os súbditos era a qualidade da ercção do seu príncipe, e, assim, uma vez por ano, durante as festas do Principado, o marajá exibia-se ao seu povo, sobre o dorso de um elefante e em pleno estado de erecção. Para isso também ele recorria a todo o tipo de afrodisíacos que os especialistas de ocasião pudessem recomendar. A sua ruína aconteceu quando fez fé num charlatão que lhe garantiu que o melor remédio para uma erecção sempre pronta era pó de diamante: Sua Majestade Elevadíssima arruinou o tesouro real a engolir chás de diamante em benefício do seu ceptro erguido. (...)»

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003


«(...)Until the turn of the century it had been the custom of the Maharaja of Patiala to appear once a year before his subjects naked except for that diamond breastplate, his organ in full and glorious erection. (…) As at the Maharaja walked about, his subjects gleefully applauded, their cheers acknowledging both the dimensions of the princely organ and the fact that it was supposed to be radiating magic powers… (…).
An early Maharaja of Mysore was informed by a Chinese sage that the most efficacious aphrodisiacs in the world were made of crushed diamonds. That unfortunate discovery led to the rapid impoverishment of the state treasury as hundreds of precious stones were ground to dust in the princely mills. (…)»

Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 168. 2ª Edição, 2003


«(...) O marajá de Gwalior, esse, era antes um obcecado pela caça: matou o seu primeiro tigre aos 8 anos e nunca mais parou – aos 40 tinha morto mil e quatrocentos tigres, cujas peles revestiam por inteiro todas as divisões do seu palácio. (...)»

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003


«(...) Bharatpur bagged his first tiger at eight. By the time he was 35, the skins of the tigers he’d killed, stitched together, provided the reception rooms of his palace with what amounted to wall to wall carpeting. (…) The Maharaja of Gwalior killed over 1400 tigers in his lifetime… (…)».

Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 174. 2ª Edição, 2003